FTL-RJ promove debate em Belford Roxo

28 11 2009





Pesquisa revela que de cada 100 jovens, 5 serão mortos antes de 24 anos

28 11 2009

Uma pesquisa divulgada esta semana mapeou 266 municípios com mais de 100 mil habitantes, das cinco regiões do Brasil, e diagnosticou a exposição da juventude brasileira à violência. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência) identificou dez cidades onde os jovens, com idade entre 12 e 29 anos, estão mais expostos à violência.

O levantamento conclui que a faixa etária mais propensa a perder vidas por causa da violência letal é aquela entre 19 e 24 anos. Segundo o IVJ-Violência, de cada cem jovens brasileiros, cinco morrerão por homicídio antes de completarem 24 anos.

Para obter os dados, o estudo se baseou nas taxas de mortalidade por homicídio e acidentes de trânsito e indicadores de condições de vida dessa camada da população. A pesquisa foi realizada por meio de uma parceria entre o Forum Brasileiro de Segurança Pública e Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

A pesquisa faz parte do Projeto ‘Juventude e Prevenção da Violência’, presente em 13 estados brasileiros, que é desenvolvido pelo Ministério da Justiça (MJ), por meio do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A realização da pesquisa foi uma parceria entre o Instituto Sou da Paz, o Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção ao Delito e Tratamento do Delinquente (ILANUD) e a Fundação Seade. A conclusão do Projeto está prevista para junho de 2010.

Segundo o estudo, há uma relação direta entre violência e participação no mercado de trabalho e escolaridade, já que a faixa etária dos jovens entre 18 e 24 anos que não trabalham e não estudam, formam o grupo mais vulnerável à violência.

Além disso, os jovens que residem em domicílios com assentamentos precários, como as favelas, por exemplo, estão mais expostos à violência. As cidades que apresentam situação mais grave são aquelas onde existem baixos indicadores sociais e pouca aplicação de recursos em segurança pública.

Contrariando o senso comum, o resultado revelou que as cidades que apresentam maior índice de violência contra os jovens, estão fora do eixo Rio-São Paulo, um dos principais estados brasileiros, localizados no Sudeste do País. Bahia e Pernambuco, localizados no Nordeste, e o Espírito Santo, no Sudeste, são os estados que mais apresentaram cidades violentas.

De acordo com o resultado, as dez cidades são Camaçari, Itabuna e Teixeira de Freitas, na Bahia; Linhares e Serra, no Espírito Santo; Cabo de Santo Agostinho e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco; e, Marabá, no Pará, região Norte do País; Foz do Iguaçu, no Paraná, região Sul; e Governador Valadares, em Minas Gerais, no Sudeste. Como mostra a pesquisa, nenhuma capital está inserida nas cidades onde o IVJ-Violência é elevado.

Mas o estudo não mostra apenas os elevados índices de vulnerabilidade juvenil à violência. A pesquisa também destaca as dez cidades que apresentam as menores taxas de violência contra os jovens. Quatro delas estão localizadas no estado de São Paulo, no Sudeste do País: Bauru, Franca, São Carlos e São Caetano do Sul. As outras são Juiz de Fora, Poços de Caldas e Divinópolis, em Minas Gerais; Petrópolis, no Rio de Janeiro; e na região Sul, Jaraguá do Sul, em Santa Catarina e Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.





Diário Oficial publica 24 projetos para prevenir violência entre jovens negros

28 11 2009

As 24 propostas enviadas por prefeituras e estados para solicitar apoio do governo federal na prevenção à violência entre jovens negros foram publicados na edição de hoje (4) do Diário Oficial da União.

Serão investidos ainda neste ano aproximadamente R$ 3,3 milhões por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) no Projeto Farol Oportunidade em Ação, promovido pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) em parceria com o Ministério da Justiça.

As propostas contempladas têm como foco a ampliação do acesso a oportunidades econômicas, sociais, políticas e culturais de jovens entre 15 e 24 anos em situação de conflito com a lei, com baixa escolaridade ou expostos à violência doméstica e urbana.

De acordo com o subsecretário de Ações Afirmativas da Presidência da República, Martvs Antonio Alves Chagas, o Pronasci está presente em 13 estados e no Distrito Federal. Do total de 40 milhões de jovens atendidos pelo programa, segundo ele, 51% são negros e índios.

Chagas destacou que a meta do projeto é estimular nos estados e municípios a elaboração de planos de ação para reduzir homicídios, o uso de drogas e casos de gravidez precoce entre adolescentes, por exemplo. Ele disse que a juventude negra aparece, no cenário brasileiro, como o principal ator da violência. “Está nos dois campos: o de quem sofre e o de quem pratica.”

A Região Sudeste concentra a maior parte dos projetos aprovados (67%) apenas o estado de São Paulo é responsável  por 48% das propostas contempladas. Em seguida está o Nordeste (16%), o Sul (13%), e o Norte e o Centro-Oeste (ambos com 2%).

O objetivo inicial do projeto, de acordo com Chagas, não é tentar reverter os índices de violência entre jovens negros, mas inserir dentro das próprias prefeituras o conceito de que é preciso tratar a juventude brasileira a partir de um recorte. “Há uma juventude dentro dessa juventude que precisa de mais atenção”, afirmou.

Fonte: site adital, matéria completa: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=42603

 





CCAS é Resposta da I.B.Betânia de Sulacap para a comunidade local

28 11 2009

O CCAS é uma instituição sem fins lucrativos que objetiva atender a comunidade carente nas áreas de saúde, educação, capacitação profissional, pessoal e emocional.

Um programa que fortalece o relacionamento da Igreja Batista Betânia com as comunidades do entorno na busca da promoção do desenvolvimento social sustentável.

Nos últimos anos, nós da Igreja Batista Betânia vimos desenvolvendo a consciência de que a promoção social não é atribuição exclusiva do governo. Entendemos que devemos ultrapassar nossos objetivos até então específicos de somente pregar a salvação e participar ativamente do combate à exclusão social, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população (” O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância ” – Jo 10:10).

O bem-estar social da humanidade depende cada vez mais de uma ação cooperativa em nível local, regional, nacional e internacional. É fundamental que exista uma consciência global eclesiástica que engaje todos num processo de desenvolvimento que coloque como meta a preservação do meio ambiente e do patrimônio cultural, a promoção dos direitos humanos e a construção de uma sociedade economicamente próspera e socialmente justa. A participação da igreja por sua capacidade criadora e restauradora que tem como base a Palavra do Criador, seus recursos e sua liderança , é crucial.

A estrutura física do CCAS é composta de salas específicas para atendimentos individuais como, odontologia, fisioterapia, psicologia, sexologia, psicopedagogia e orientação jurídica. Salas para oficinas de capacitação profissional como, artesanato, cabeleireiro, estamparia de camisetas, informática, projetos de reciclagem, entre outros cursos que possam vir a surgir de acordo com a demanda de atendimento. Além de um auditório para 120 lugares ( palestras, fóruns, grupos de prevenção e orientação a doenças crônicas como diabetes, hipertensão, hanseníase, vitiligo, entre outros), sala para reunião do grupo EFATÁ, biblioteca , almoxarifado e duas salas administrativas. Na mesma área, sendo que em espaço aberto serão promovidos ginástica para idosos, reuniões do PROJETO REMIR ( Restaurando Emoções, Ideais e Rumos) e posteriormente o curso profissionalizante de Mecânica de Motos.





Fale e RENAS Jovem participam da Conferência Livre de Juventude e Comunicação

14 10 2009

A Rede FALE e a RENAS-Jovem estão envolvidas na construção de Políticas Públicas para as Juventudes do Brasil. Junto com a ABUB e a ATAH, seus representantes participaram da Conferência Livre de Juventude e Comunicação realizada nos dias 25 e 26 de setembro e apresentaram propostas para as Conferências Estaduais de Comunicação e para a Conferência Nacional de Comunicação, que será realizada no final do ano.

Através do Projeto ATAH, a RENAS-Jovem integra o grupo articulador de mobilização de conferências e discussão de comunicação no Rio de Janeiro. Entre os dias 14 e 17 de Outubro, o Rio de Janeiro terá dias agitados no debate da comunicação. Nos dias 14 e 15 acontece o seminário sobre comunicação e políticas afirmativas no Brasil, a ser realizado na ABI, e nos dias 16 e 17 a Conferência municipal de Comunicação da cidade.

Em São Gonçalo, o projeto ATAH participa das conversações com a prefeitura para a organização de uma rodade de conferências na cidade e um projeto voltado para as escolas secundaristas discutirem a comunicação e a conferência do fim do ano.








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